O lápis mais antigo do mundo.

 
 

Este objeto incomum foi encontrado em meio ao entulho de uma casa do século 17 que estava sendo reformada. Evidentemente um carpinteiro o esqueceu lá e ele, provavelmente, lá permaneceu, despercebido, por três séculos. O lápis é feito com dois pedaços de madeira de tília e um pedaço de grafite puro entre eles, como um sanduíche, e apresenta sinais de uso que confirmam sua interessantíssima era. O mais antigo exemplar sobrevivente de um lápis de madeira de todo o mundo é agora preservado pela Faber-Castell. Na época em que este instrumento de escrita foi fabricado, os lápis eram uma invenção relativamente nova. Se a estória é verdadeira, pastores do Cumberland se depararam com um depósito de grafite, que erroneamente acreditaram ser chumbo virgem. A substância "que parecia chumbo" provou ser muito melhor para escrever e desenhar do que o duro chumbo metálico e também mais prática do que a pena e a tinta. Assim, seu uso se disseminou rapidamente. Originalmente, as varetas de grafite foram revestidas com couro ou papel ou envolvidas em cordão. Mais tarde foram colocadas dentro de envoltórios de madeira ou metal para protegê-las. Então tiveram a idéia de recobri-las totalmente em madeira colada. Assim nasceu o lápis e, com ele, a marca de seu fabricante.

 
 
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